• Os gols - São Paulo 2 x 0 Bragantino - 23/03/13 - Paulistão 2013

    O São Paulo não teve boa atuação, mas controlou o jogo e venceu o Bragantino por 2 a 0 na noite deste sábado no Morumbi, ela 14ª rodada do Campeonato Paulista. O placar foi construído ainda no primeiro tempo com um gol contra marcado por Preto e outro de Luis Fabiano em rápido contra-ataque. Com o triunfo, o time segue na liderança da competição agora com 32 pontos.Após diversas polêmicas com os jogadores durante a semana, Ney Franco voltou a dar oportunidade a Paulo Henrique Ganso como titular.

  • Os gols - Internacional 3 x 1 Canoas - 17/03/13 - Gaúcho 2013

    O Internacional estreou na Taça Farroupilha mantendo a rotina. Vitória e com a marca de seus atacantes, que garantiram o triunfo diante do Canoas. A atuação não foi brilhante e teve lapsos de desatenção, mas contou com Diego Forlán e Leandro Damião para assegurar o resultado. Josimar também marcou para o Colorado e Fábio Santos descontou.A rotina dos atacantes do Inter

  • Os gols - Palmeiras 1 x 1 São Caetano - 17/03/13 - Paulistão 2013

    O jovem Leandro, que veio ao Palmeiras na negociação que o time fez com o Grêmio por Barcos, mostrou novamente neste domingo que tem estrela e pode ser o talismã do time alviverde. Ele saiu do banco quando o time perdia para o São Caetano por 1 a 0 e fez o gol de empate, que salvou o time da capital de uma derrota para o lanterna na 12ª rodada do Campeonato Paulista no estádio Anacleto Campanella.

  • Tabela de jogos da Copa das Confederações de 2013

    Felipão pediu maiores desafios em 2013, inclusive na Copa das Confederações, e terá. O sorteio da competição, neste sábado, no Anhembi, em São Paulo, colocou o Brasil ao lado de Japão, México e Itália no grupo A. O grupo terá o clássico Espanha x Uruguai, o campeão africano, que sairá em fevereiro, e o Taiti.O sorteio foi confuso. O chef Alex Atala, que foi assistente do secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, ao lado da top model Adriana Lima, pegou uma bolinha errada e causou uma troca de times entre os grupos.





Centenário do Santos

Um clube escolhido pelo destino para ser lar de um rei. Que nasceu predestinado a se tornar, em grande parte de sua história, a casa do “jogo bonito”. E que, agora, é centenário. O Santos Futebol Clube, que diz ter orgulho de carregar "a essência do futebol-arte", completa 100 anos neste dia 14 de abril de 2012. Com jeitão de menino.Em 1912, três jovens esportistas de Santos, Francisco Raymundo Marques, Mário Ferraz de Campos e Argemiro de Souza Júnior, convocaram uma assembleia na sede do antigo Clube Concórdia para a criação de um time de futebol, que ainda era um esporte de elite na época. Antes de ser batizado com o nome da cidade, houve outras propostas: Concórdia, África, Brasil Atlético, entre outros.Coube a Edmundo Jorge Araújo sugerir Santos Foot-Ball Club. Aclamado por unanimidade. Mas o Santos ainda não era o Peixe. Quando a equipe começou a disputar jogos contra as equipes da capital, os rivais chamavam os alvinegros de “peixeiros” e o time de “Peixe”. Era uma ofensa, que acabou assimilada e virou apelido oficial do clube.E, como Peixe, o Alvinegro Praiano foi se consolidando como força aos poucos. Sempre com vocação ofensiva e apostando em jovens. Está no DNA do clube: gols e garotos. Em 5.588 jogos até agora, foram marcados 11.793. Nenhum outro clube de futebol do mundo marcou tantos gols. Um orgulho que ninguém mais tem.

O primeiro título de expressão viria em 1935. Antes, o Alvinegro encantava, goleava, mas ainda sucumbia ao poderio dos times da capital. Jogar o Campeonato Paulista era uma epopeia para o Santos. O deslocamento entre a Baixada Santista e a capital era difícil, feito por trem ou de carro, pelo tortuoso Caminho do Mar. A viagem, que hoje demora cerca de uma hora, na época tomava mais de cinco horas.Por tudo isso, o título de 35 é considerado heroico, com vitória sobre o Corinthians, por 2 a 0, no Parque São Jorge. Após essa conquista, porém, vieram 20 longos anos de jejum. O Santos seguia fazendo muitos gols, revelando bons jogadores, mas não conseguia títulos. Até que veio o bicampeonato de 1955 e 1956. O Santos, ainda com torcida muito pequena, começava a ser grande. Ainda não havia Pelé, mas havia Zito, Pepe, Vasconcelos, entre outros, que prepararam terreno para o reinado do maior jogador que o mundo já viu. Em 1956, desembarcou em Santos o menino Edson Arantes do Nascimento. Alguns treinos depois, já era considerado um fenônemo e logo entrou no time principal. Não saiu mais: de 56 a 74, 1.116 partidas, 1.091 gols e 21 títulos importantes (entre outros torneios menores). O garoto virou um mito: o Rei do Futebol.Depois da saída de Pelé, anos complicados. Com exceção dos títulos estaduais de 1978 e 1984, os santistas sofreram demais. Viraram as “viúvas de Pelé”. Nada doía mais na alma alvinegra do que encarar uma dura realidade: sem o Rei, o Santos voltara a ser “comum”. Não era, no entanto. Nunca foi. Predestinado a ser protagonista, a formar craques, o Alvinegro ressurgiu na segunda metade da década de 90, quando começou a formar uma nova geração de jogadores brilhantes.Robinho, Diego e companhia lideraram o Santos na conquista do Campeonato Brasileiro de 2002 e iniciaram um novo ciclo vitorioso da história, que já dura dez anos e hoje conta com um grupo de jogadores que só não têm mais títulos que a geração de Pelé. Neymar, protagonista dessa nova safra, é o maior santista depois do Rei, como um dia fora Robinho, provando que o Santos, com sua eterna renovação, nasceu para ser grande.
fonte:globoesporte.com

0 comentários:

Postar um comentário

online